Não Perca!
Assista e Participe do Debate!

Pré-Estréia


Filme de Carla Caffé

Após a exibição,
debate com a Diretora

FACOM-FAAP
26 de novembro de 2003 – 10 horas
Auditório 01

NARRADORES DE JAVÉ
(BRASIL/SP/2003/100. min)

Direção: ELIANE CAFFÉ
Produção: VANIA CATANI, FABIANO GULLANE, CAIO GULLANE
Produtora: BANANEIRA FILMES LTDA
Roteiro: LUIS ALBERTO ABREU E ELIANE CAFFÉ
Elenco: JOSÉ DUMONT, GERO CAMILO, NÉLSON XAVIER, NÉLSÓN DANTAS, MATHEUS NACHETRGAELE, ORLANDO                 VIEIRA E OUTROS, LUCI PEREIRA, SILVIA LEBLON, BENÊ SILVA, MARIA DALVA LADEIA ALVES SANTOS E OUTRAS
Fotografia: HUGO KOVENSKI
Diretor de Arte: CARLA CAFFÉ
Música: DJ DOLORES E ORQUESTRA SANTA MASSA
Montagem: DANIEL REZENDE
Som: DJ DOLORES

Sinopse:
Nada mudaria a rotina do pequeno vilarejo de Javé se não fosse o fato de cair sobre ele a ameaça repentina de sua extinção: Javé deverá desaparecer inundado pelas águas de uma grande hidrelétrica. Diante da infausta notícia, a comunidade decide ir em defesa de sua existência pondo em prática uma estratégia bastante inusitada e original: escrever um dossiê que documente o que consideram ser os “grandes” e “nobres” acontecimentos da história do povoado e assim justificar a sua preservação. Se até hoje ninguém preocupou-se em escrever a verdadeira história de Javé, tal tarefa deverá agora ser executada pelos próprios habitantes. Como a maioria dos moradores de Javé são bons contadores de histórias mas mal sabem escrever o próprio nome, é necessário conseguir um escrivão à altura de tal empreendimento. É designado o nome de Antônio Biá, personagem anárquico, de caráter duvidoso, porém o único no povoado que sabe escrever fluentemente. Apesar de polêmico, ele terá a permissão de todos para ouvir e registrar os relatos mais importantes que formarão a trama histórica do vilarejo. Uma tarefa difícil porque nem sempre os habitantes concordam sobre qual, dentre todas as versões, deverá prevalecer na memória do povoado. Na construção deste dossiê, inicia-se um duelo poético entre os contadores que disputam com suas histórias – muitas vezes fantásticas e lendárias – o direito de permanecerem no patrimônio de Javé.